Quero bem assim...
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Na pré-adolescência, de acordo com os conselhos da família, eu queria um homem que trabalhasse, fosse de boa família, educado e não tivesse vícios.
Logo descobri que homem assim é um porre, uma mesmice escancarada de sufocamentos em pieguices.
Ajustei as características para algo mais parecido com o meu normal. Incluí um voto de que ele fosse meio louco e que gostasse de sair com grupos de amigos.
Descobri o sexo e resumi tudo em uma característica que julgava básica. Passei a namorar os que me deixavam em brasa só com um olhar.
Vi que isso não bastava. Senti falta das conversas, do apoio, do porto seguro, do abraço só pelo abraço.
Retomei algumas características aconselhadas pela família e passei a buscá-las em homens que soubessem ouvir.
Depois de tantas tentativas descobri que os homens são muito inseguros e dependentes.
Hoje quero apenas que ele seja da paz, tenha bom humor, exerça a tolerância e que tenha bons braços.
Aloha! Namastê! Sawabona!














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