Não, falta só um dado pra finalizar aquele trabalho que estavam todos brigando pra participar......Esses dias me toquei que estes de março e de abril são os primeiros integrais E tem mais 1 pronto pra entrar e outros 2 que já tô acabando, mexendo quando dá tempo. Não fosse a época de férias, praia e samba, estariam prontos a semanas passadas. O meu também é o primeiro, meu pra mim. Ambos com o 18, que é o mais mió de bom.
ão contei pra vcs do outro, lá do outro lado do mundo. Naquela reunião na embaixada, ele me disse que o que eu fizer pra cidade dele que ele banca sem nem olhar do que se trata porque sabe que será coisa boa e porque eu mostro uma sinceridade que ele ainda não tinha visto aqui no Brasil. Ele viu meus planejamentos e percebeu que tenho forte preocupação com os envolvidos e a localidade. Gente, imagina ouvir isso no meio daquela gente toda-toda. Passei por todas as cores da paleta digital e, como sempre acontece, fiquei sem saber o que falar. Ele viu que eu tava sem ação e mandou o secretário dele me dar um cálice de bourbon. Depois que eu me recuperei ele disse: "vc tem que ouvir e se acostumar a ouvir as pessoas que percebem o valor que vc tem..... vc é uma profissional séria, dedicada, segura daquilo que está desenvolvendo e sem a frieza do profissional pelo profissional.... vc tem as características do profissional pelo humano....... menina, vc atinge o perfeito equilíbrio no teu trabalho."
O que deveria responder a isso? Agradeci, muito sem graça, e disse a ele que eu tentava imergir o quanto possível nos detalhes porque eu sabia que os detalhes é que faziam a diferença, mais do aquilo que os beneficiários e os principais veem; era algo mais próximo do "sentir o quê" antes do "fazer".
A primeira reação foi ficar "meio assim" mas depois passou e fiquei à vontade no ambiente. E o amigo que me incluiu nesse meio tava lá, todo estufadão de orgulho. Teve uma hora que olhei pra ele e me deu vontade de cair na gargalhada. Tive que segurar porque não era hora de gargalhar no meio desse derrame de elogios ao meu trabalho e à minha pessoa. Vejo o filme daqueles momentos tantas vezes por dia, como a querer me convencer de que aconteceu mesmo. Aí, mando torpedo pro meu amigo, pergunto pra ele: estávamos lá mesmo? vc tem certeza? ele manda uns risinhos de volta e mando outro torpedo agradecendo pela confiança e pela oportunidade. É o 4º país, ficarei internacional; ou melhor, internacionalzinha......rs. É bom dos bons, não é não?
Gente, cansei de escrever. Outro dia conto mais
Aloha! Namastê! Sawabona!
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