20120216

Pausa na correria

Não, gente. Hoje é dia só de descanso e de boa alimentação para curtir muito os próximos dias. Domingo vou conhecer a família de um dos meus meninos que ficou com parte daquele trabalho. Tô um pouquinho ansiosa...rs

Não, falta só um dado pra finalizar aquele trabalho que estavam todos brigando pra participar......Esses dias me toquei que estes de março e de abril são os primeiros integrais E tem mais 1 pronto pra entrar e outros 2 que já tô acabando, mexendo quando dá tempo. Não fosse a época de férias, praia e samba, estariam prontos a semanas passadas. O meu também é o primeiro, meu pra mim. Ambos com o 18, que é o mais mió de bom.

ão contei pra vcs do outro, lá do outro lado do mundo. Naquela reunião na embaixada, ele me disse que o que eu fizer pra cidade dele que ele banca sem nem olhar do que se trata porque sabe que será coisa boa e porque eu mostro uma sinceridade que ele ainda não tinha visto aqui no Brasil. Ele viu meus planejamentos e percebeu que tenho forte preocupação com os envolvidos e a localidade. Gente, imagina ouvir isso no meio daquela gente toda-toda. Passei por todas as cores da paleta digital e, como sempre acontece, fiquei sem saber o que falar. Ele viu que eu tava sem ação e mandou o secretário dele me dar um cálice de bourbon. Depois que eu me recuperei ele disse: "vc tem que ouvir e se acostumar a ouvir as pessoas que percebem o valor que vc tem..... vc é uma profissional séria, dedicada, segura daquilo que está desenvolvendo e sem a frieza do profissional pelo profissional.... vc tem as características do profissional pelo humano....... menina, vc atinge o perfeito equilíbrio no teu trabalho."

O que deveria responder a isso? Agradeci, muito sem graça, e disse a ele que eu tentava imergir o quanto possível nos detalhes porque eu sabia que os detalhes é que faziam a diferença, mais do aquilo que os beneficiários e os principais veem; era algo mais próximo do "sentir o quê" antes do "fazer".

A primeira reação foi ficar "meio assim" mas depois passou e fiquei à vontade no ambiente. E o amigo que me incluiu nesse meio tava lá, todo estufadão de orgulho. Teve uma hora que olhei pra ele e me deu vontade de cair na gargalhada. Tive que segurar porque não era hora de gargalhar no meio desse derrame de elogios ao meu trabalho e à minha pessoa. Vejo o filme daqueles momentos tantas vezes por dia, como a querer me convencer de que aconteceu mesmo. Aí, mando torpedo pro meu amigo, pergunto pra ele: estávamos lá mesmo? vc tem certeza? ele manda uns risinhos de volta e mando outro torpedo agradecendo pela confiança e pela oportunidade. É o 4º país, ficarei internacional; ou melhor, internacionalzinha......rs. É bom dos bons, não é não?
Gente, cansei de escrever. Outro dia conto mais

Aloha! Namastê! Sawabona!

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